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ZAKHORIUM

Afirmação

O casamento era em geral um acordo entre duas famílias, que servia aos interesses econômicos de ambas, e a endogamia, sobretudo entre primos de primeiro grau, era frequente, pois preservava o capital (o dote) dentro da família ampliada. A escolha do cônjuge costumava ser do pai da noiva, mas há casos de noivas que desafiaram os planos alheios, e legalmente uma mulher não podia ser casada contra a vontade. Uma carta da Genizá conta o caso de Rebeca, uma jovem caraíta em Jerusalém, disputada por dois homens, que acabou decidindo não se casar com nenhum deles.
Evidência documentadaCerteza alta✓ Verificado

Referências

  1. p. 180

    apoia · texto principal · cap. 6

    Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.

    Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página

  2. p. 180

    apoia · texto principal · cap. 6

    Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.

    Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página

  3. p. 180

    apoia · texto principal · cap. 6

    Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.

    Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página