Afirmação
As condições básicas do Pacto de Umar (manter as fronteiras e a hierarquia sociais, não erguer novas sinagogas e igrejas) foram, na maioria das vezes, mais violadas que cumpridas. Muitos governantes muçulmanos empregaram dhimmis em cargos públicos, até com autoridade sobre muçulmanos, e as queixas sobre judeus ou cristãos que violavam seu status eram frequentes.
Referências
p. 159
apoia · texto principal · cap. 6
Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.
Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página
p. 159
apoia · texto principal · cap. 6
Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.
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Debate acadêmico
O Pacto de Umar foi uma regra aplicada à risca?
2 posições · sem resposta única · sentar à mesa →
- A
Um código que remonta ao califa Umar
A atribuição tradicional
A tradição atribui o texto ao segundo califa, Umar ibn al-Khattab, como regra de convivência entre muçulmanos e dhimmis.
- B
Um texto tardio, aplicado de modo condicional
Efron, Lehmann e Weitzman
A versão mais antiga conhecida é do século X, e suas condições básicas foram mais quebradas do que cumpridas: só quando outros interesses estavam em jogo, como rivalidade política ou tensão econômica, as autoridades as faziam valer com rigor.