Afirmação
Fontes cristãs reclamam de outras práticas blasfemas, como judeus urinando em símbolos cristãos ou pendurando um boneco de Hamã no Purim, em paródia da crucificação. À primeira vista é tentador descartar os relatos como acusações forjadas, como a da profanação da hóstia, mas estudiosos recentes pensam que podem conter alguma verdade: o Purim, festa carnavalesca e barulhenta, pode ter sido ocasião para expressar ressentimento reprimido contra o cristianismo de modo zombeteiro, se não abertamente hostil.
Referências
p. 198
apoia · quadro · cap. 7
Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.
Seção: A Jewish Polemic Against Christianity
Âncora de verificação registrada · conferida contra o texto da página
p. 198
apoia · quadro · cap. 7
Efron, Lehmann e Weitzman. The Jews: A History. 3ª edição. Nova York e Abingdon: Routledge, 2019.
Seção: A Jewish Polemic Against Christianity
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Debate acadêmico
As acusações cristãs de zombaria judaica contra símbolos cristãos têm algum fundamento?
2 posições · sem resposta única · sentar à mesa →
- A
Acusações forjadas
A reação inicial, comparável à da profanação da hóstia
Os relatos seriam invenções destinadas a justificar a violência contra judeus.
- B
Possível fundo de verdade
Estudiosos recentes
O Purim, festa carnavalesca, pode ter servido para expressar ressentimento reprimido contra o cristianismo de modo zombeteiro.