Governador romano
Petrônio
Retardou a ordem de Calígula de pôr uma estátua no Templo até o assassinato do imperador; Fílon o respeita muito.
O que as fontes dizem
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2 afirmações
A maioria dos judeus provavelmente não via contradição entre ser fiel a Deus e viver sob Roma; a recusa de princípio era minoritária. Com o tempo, porém, ameaças concretas surgiram. A pior veio de Calígula, que, duvidando da lealdade judaica, mandou pôr no Templo uma estátua sua como Júpiter (Zeus, segundo a cronologia do livro). O governador Petrônio adiou a ordem, e o assassinato do imperador encerrou a crise antes de uma revolta. Havia exceções: Fílon elogia Petrônio, governador que ajudou a evitar uma guerra sob Calígula. Em geral, porém, Pilatos parece representar bem os procuradores das décadas antes da revolta: violentos quando se tratava de manter a ordem, com poucas tropas, possivelmente corruptos e sem compreender os costumes dos judeus.