Pular para o conteúdo
ZAKHORIUM

Nulman · Langer

Data

500a.C.

c. 500 a.C. a c. 1600data aproximada

A enciclopédia de Nulman e o guia de Langer reúnem tradições de autoria, datação e colocação das orações do catálogo litúrgico (Sidur/Mahzor). Muitas são hipóteses tradicionais, não veredictos arqueológicos.

História religiosaLiteratura rabínica31.7772°N 35.2350°E
100 d.C.
200 d.C.
300 d.C.
400 d.C.
500 d.C.
600 d.C.
Do Templo ao Talmud: cada barra é um evento do período; em coral, este.

Narrativa com fontes

Cada bloco é uma afirmação verificável. O número abre a página citada; blocos em âmbar ou coral sinalizam tradição ou interpretação contestada.

58 afirmações

01Núcleo Shemá / Amidá

03

Tradição ou narrativa

Nulman apresenta a leitura do Shemá duas vezes ao dia como preceito da Torá, lendo 'quando te deitares e quando te levantares' (Dt 6) como noite e manhã; a ordem das três seções é justificada no Talmude (jugo do Reino antes do jugo dos mandamentos).

04

Langer observa que os horários da Amidá acompanham as horas sacrificiais do Templo em Jerusalém, como seu substituto mais próximo; o Musaf festivo volta-se explicitamente às ofertas daquele dia.

05

Segundo Langer, a estrutura original da oração em dias úteis era uma série de dezoito bênçãos (rito da Terra de Israel); o rito babilônico, que se tornou normativo sob os geonim, separou dois temas e chegou a dezenove bênçãos.

06

Tradição ou narrativa

Nulman situa Ahavah Rabbah ('Com amor abundante') como a segunda bênção antes do Shemá no Shaharit ashkenazi; o Talmude registra a disputa entre 'amor abundante' e 'amor eterno', e Tosafot fixa Ahavah Rabbah de manhã e Ahavat Olam à noite. A bênção abria a oração sacerdotal no Templo.

07

Tradição ou narrativa

Segundo Nulman, Ahavat Olam ('Amor eterno') é a fórmula da segunda bênção antes do Shemá à noite no Ashkenaz (e manhã e noite em ritos sefaradi, hasídico e italiano); a decisão de compromisso talmúdica separou as duas aberturas para evitar confusão.

08

Tradição ou narrativa

Nulman chama Emet Veyatziv (Ge'ulah após o Shemá matinal) de ordenança escritural no Talmude, porque lembrar a saída do Egito está prescrito em Dt 16:3; a bênção liga-se ao Shemá juntando Emet às últimas palavras da leitura.

09

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Hashkivaynu como a segunda bênção após o Shemá em Arvit (e na oração antes de dormir); foi instituída como pedido de proteção divina porque tefilin e tzitzit não se aplicam à noite, e conta como extensão longa da redenção (ge'ulah arikhta) sem interromper a Amidá.

10

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Modim (Hoda'ah) como a bênção de ação de graças da Amidá que, como Retzay, formava parte do ritual sacerdotal no Templo; a forma curta Modim Derabbanan compõe textos de vários rabinos.

02Kadish e Aleinu

01

Tradição ou narrativa

Segundo Nulman, o Kadish não nasceu dentro da sinagoga: muito provavelmente surgiu na era talmúdica em aramaico (falado na Babilônia) e encerrava o discurso de um mestre ou pregador; só depois entrou no serviço.

11

Tradição ou narrativa

Nulman registra que o Kadish dos enlutados parece firmar-se nos anos 1200; antes a doxologia encerrava sete dias de luto por um sábio e depois acompanhou cada enterro.

02

Tradição ou narrativa

Nulman lista tradições rivais sobre o Aleinu (Alaynu): atribuído a Josué na conquista de Jericó; ao amora Rav (séc. III), por editar o Musaf de Rosh Hashaná que o incorpora; ou aos Homens da Grande Assembleia no Segundo Templo.

12

Tradição ou narrativa

Para Nulman, o Aleinu pertencia essencialmente ao Musaf dos Dias Temerosos (seção Malkhuyot); sua transferência para o recitativo diário ocorreu por volta de 1300, passando a fechar os serviços com o parágrafo Al Kayn Nekaveh.

03Chamado, santificação, graças

13

Tradição ou narrativa

Nulman define Barekhu como a fórmula de abertura ('Bendizei o Senhor…') dita pelo sheliáh tzibbur para convocar o povo à oração pública em Shaharit e Arvit; o Zohar justifica o chamado dizendo que todo ato sagrado exige convocação.

14

Tradição ou narrativa

Nulman descreve a Kedushá De'amidah (entre a segunda e a terceira bênção na repetição da Amidá) como instituída pelos Homens da Grande Assembleia, recitada em pé com minian, com núcleo em Is 6:3 e passagens de Ez 3:12 e Sl 146:10.

15

Langer resume que a bênção maior após a refeição segue a ordem dos verbos de Dt 8:10 (comer, saciar-se, louvar); após refeição com pão vem a Birkat HaMazon em quatro parágrafos, o último acrescentado pelos rabinos após o fracasso de Bar Kokhba (135 EC).

16

Tradição ou narrativa

Nulman reporta a tradição talmúdica de que a quarta bênção Hatov Vehamaytiv foi instituída em Yavneh em relação aos mortos de Betar, quando se permitiu sepultá-los.

17

Tradição ou narrativa

Nulman traça o Kiddush Hayyom (santificação do dia sobre vinho) aos Homens da Grande Assembleia; o midrash liga 'Lembra o dia de Shabat' (Ex 20:8) a lembrar sobre o vinho.

18

Tradição ou narrativa

Nulman define Havdalah ('separação') como as orações e bênçãos na saída de um dia mais santo (Shabat/festa) e o ritual final com distinções entre santo e profano, luz e escuridão.

19

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Birkat HaLevanah (também Kiddush Levanah) como a bênção de consagração da lua; os sábios leram Ex 12:2 como 'vê a lua nesta forma e então santifica-a', com testemunhas perante o Bet Din.

04Manhã e Pesukei Dezimra

20

Tradição ou narrativa

Nulman registra que Modeh Ani aparece pela primeira vez no século XVI no comentário místico Seder Hayom (Moisés ibn Makhir de Safed, Veneza 1599); o Talmude de Jerusalém já cita as palavras iniciais Modeh Ani com finais distintos para os três serviços diários.

21

Tradição ou narrativa

Para Nulman, Asher Yatzar (bênção do corpo no Shaharit preliminar e após funções corporais) é citada no Talmude em nome de Abaye; a fórmula final é atribuída a R. Papa, e o texto apoia-se em Ex 15:26 e Jz 13:19.

22

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Elohai Neshamah como oração talmúdica ao despertar: 'Quando ele acorda, diz Elohai…'; a bênção não abre com Barukh porque se segue a Asher Yatzar, unindo alma e corpo.

23

Tradição ou narrativa

Nulman explica Netilat Yadayim ('levantar as mãos') como a bênção ao lavar as mãos ao despertar e antes do pão; netilah vem do aramaico 'elevar', simbolizando passagem do físico ao moral.

24

Tradição ou narrativa

Nulman define Mah Tovu como oração de cinco versículos bíblicos (Nm 24:5; Sl 5:8, 26:8, 95:6, 69:14) dita ao entrar na sinagoga antes do serviço matinal; é difícil fixar quando esses versículos entraram na liturgia diária.

25

Tradição ou narrativa

Nulman define Pesukay Dezimrah como 'versículos de canto': salmos que abrem o Shaharit; sefaradis chamam a seção de Zemirot.

26

Tradição ou narrativa

Nulman atribui a composição de Barukh She'amar (abertura de Pesukei Dezimra) aos Homens da Grande Assembleia, a quem a tradição diz ter sido revelada do céu com oitenta e sete palavras (valor numérico de paz, 'ouro refinado').

27

Tradição ou narrativa

Nulman liga a recitação tripla diária de Ashrei (Sl 145 com versículos prefixados) à ênfase talmúdica de que quem recita o salmo três vezes ao dia tem assegurada a parte no mundo vindouro; por isso os dois versículos iniciais repetem a palavra Ashrei três vezes.

28

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Yishtabah como a bênção conclusiva de Pesukei Dezimra (Birkat Hashir), instituída como fecho assim como Barukh She'amar foi fixada como abertura; não começa com Barukh porque fica próxima de Barukh She'amar.

29

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Uva Letziyon Go'ayl ('Um redentor virá a Sião') no fecho do Shaharit diário e na Minhá de Shabat/festas; o núcleo é a Kedushá escritural (Is 6:3, Ez 3:12, Ex 15:18) com paráfrase aramaica.

30

Tradição ou narrativa

No glossário de Nulman, Tahanun é a oração suplicatória recitada nos serviços diários da manhã e da tarde.

05Hinos e fechos

31

Tradição ou narrativa

Nulman define Hallel ('louvor') como o ciclo dos Salmos 113-118 usado na oração matinal em Rosh Hodesh, Hanuká e nas três festas de peregrinação.

32

Tradição ou narrativa

Nulman registra autoria obscura para Nishmat Kol Hai: alguns atribuem a Simeão ben Shetah (séc. I AEC) por acróstico; outros aos Homens da Grande Assembleia; outros a um autor Isaac (acróstico com Rivka). Também aparece no Talmude como ação de graças após chuva e como Birkat Hashir no Seder.

33

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Birkat Kohanim (Duchenen / Nesi'at Kapayim) com a bênção sacerdotal bíblica em três versículos (Nm 6:24-26), inserida na Amidá de Shaharit, em jejum público na Minhá e no Musaf; práticas diárias vs. festivas variam entre Israel/Sepharad e Ashkenaz da diáspora.

34

Tradição ou narrativa

Nulman situa Ayn Kaylohaynu no Sidur pioneiro atribuído a Rav Amram (por volta de 875), já na forma presente na época de Rashi; Rashi diz que foi prescrito para o Shabat porque a Tefilá tem só sete bênçãos em vez de dezoito/dezenove.

35

Tradição ou narrativa

Nulman situa Adon Olam no Shaharit desde o século XV; a maioria atribui a autoria ao poeta-filósofo Salomão ibn Gabirol (1021-1058), enquanto outros apontam Rav Sherirah Gaon, Rav Hai Gaon ou mesmo Rabi Yohanan ben Zakkai.

36

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Yigdal como hino medieval composto pelo Dayan Daniel ben Yehudah de Roma (séc. XIV), baseado nos Treze Princípios de Maimônides; cabalistas, hasidim e vários grupos sefaradis omitem-no por reduzir o credo a treze princípios.

37

Tradição ou narrativa

Nulman atribui An'im Zemirot (Shir Hakavod) a Rabi Yehudah he-Hasid de Regensburg (m. 1217); o poema foi adaptado em vários ritos como hino diário ou de Shabat.

38

Tradição ou narrativa

Nulman registra Lekhah Dodi como hino de Kabalat Shabat composto pelo cabalista Salomão Alkabetz de Safed em 1529 (outros dizem 1571), com acróstico SHeLoMoH HaLeVI; Isaac Luria e Isaiah Horowitz recomendaram-no, e foi aceito por todas as comunidades.

39

Tradição ou narrativa

Nulman atribui Yedid Nefesh ao cabalista Eleazar ben Moses Askari de Safed, provavelmente escrito em 1584 e publicado em Sefer Haredim; foi aceito por todo o judaísmo como hino de união e desejo de amor.

40

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Berikh Shemayh como oração cabalística aramaica citada do Zohar e introduzida na liturgia por Isaac Luria (Ari); o Zohar a atribui a Rabi Shimon bar Yohai (séc. II). Foi prescrita na Itália em 1540 e difundida a partir de cerca de 1599.

41

Tradição ou narrativa

Nulman registra que as duas orações aramaicas Yekum Purkan foram compostas na Babilônia após a conclusão do Talmude, na língua vernácula judaica; embora Sidur Saadia tenha material babilônico, esses dois textos não aparecem ali da mesma forma.

06Festas, penitência e memória

42

Tradição ou narrativa

Nulman situa Avinu Malkaynu em dias talmúdicos: após oração e jejum sem chuva, Rabi Akiva teria dito perante a arca 'Nosso Pai, nosso Rei…' e a chuva teria caído; versos posteriores se multiplicaram por desastres e perseguições (rituais sefaradi, ashkenazi e polonês diferem no número).

43

Tradição ou narrativa

Nulman afirma que data e autor de Kol Nidre são difíceis de fixar, mas o texto muito provavelmente já existia sob os geonim (séc. VIII-IX); a declaração em aramaico abre Arvit de Yom Kipur e, ao longo do tempo, gerou acusações injustificadas contra judeus.

44

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Ya'aleh Veyavo como oração acrescentada em Rosh Hodesh e festas em cada Amidá e em Birkat Hamazon; o Talmude exige lembrar o mês novo na décima sétima bênção, e Soferim cita o texto na graças após a refeição.

45

Tradição ou narrativa

Nulman situa Al Hanisim (milagres de Hanucá e Purim na bênção de ação de graças) com versão curta em Soferim e texto atual tomado do Sidur de Rav Amram Gaon e do Sidur de Rav Saadia Gaon.

46

Tradição ou narrativa

Nulman identifica Maoz Tzur como hino de Hanucá do século XIII por um poeta desconhecido chamado Mordecai (acróstico nas cinco estrofes); não faz parte da tradição sefaradi clássica, embora entre em alguns sidurim.

47

Tradição ou narrativa

Nulman atribui Akdamut Milin (poema aramaico antes da Torá no primeiro dia de Shavuot, rito ashkenazi) ao hazan Meir, chamado Nehorai, filho de Isaac de Orleans (séc. XI).

48

Tradição ou narrativa

Nulman relata a tradição do Or Zaru'a (séc. XIII) sobre Unetaneh Tokef: Rabi Amnon de Mainz (séc. XI) teria composto a oração após martírio sob um bispo e a ensinado em sonho a R. Kalonymus ben Meshullam; serve de Silluk no rito ashkenazi em Rosh Hashaná e Yom Kipur.

49

Tradição ou narrativa

Nulman define Al Hayt como confissão longa dita em toda Amidá de Yom Kipur e na repetição (exceto Neilá), na Minhá da véspera, e pelo noivo e noiva; Ashamnu permanece a forma curta do Vidui.

50

Tradição ou narrativa

Nulman descreve Ashamnu como acróstico de vinte e quatro expressões: Vidui breve frente a Al Hayt, usado em Yom Kipur, Selihot, Tahanun e outros momentos penitenciais.

51

Tradição ou narrativa

No glossário de Nulman, Vidui é a confissão de pecados expressa nas orações de Yom Kipur e também nas orações diárias, além de formas especiais (como no leito de morte).

52

Tradição ou narrativa

Nulman define Selihah/Selihot como oração penitencial de 'perdão': no rito ashkenazi, uma semana ou mais antes de Rosh Hashaná; no sefaradi, desde o primeiro de Elul; também em jejuns do ciclo anual.

53

Tradição ou narrativa

Nulman define Neilá ('fechamento') como o quinto e último serviço de Yom Kipur.

54

Tradição ou narrativa

Nulman situa Ayl Malay Rahamim (memória pelos falecidos) como surgindo em comunidades ocidentais e orientais para mártires das Cruzadas e dos massacres de Chmielnicki; Davidson lista dezenas de versões medievais.

55

Tradição ou narrativa

Nulman diz que a autoria de Av Harahamim é desconhecida; foi composto em memória das comunidades do Reno aniquiladas após as primeiras Cruzadas (1096), e Baer data a linguagem dos 'dias maus' dos decretos de 1096 e 1146.

56

Tradição ou narrativa

Nulman define Tefillat Haderekh como oração de viagem nos ritos ashkenazi e sefaradi, dita ao percorrer pelo menos uma milha persa; a recitação do Yehi ratzon na jornada é atribuída à advertência do profeta Elias a Rab Judah.

Contexto

Langer resume que os rabinos estruturaram a liturgia em torno de três núcleos: recitação do Shemá, Amidá e leitura da Escritura, embora muito mais tenha sido acrescentado com o tempo. Reif observa que, embora o núcleo do Shemá e da Amidá esteja se formando nas fontes talmúdicas, a comunidade rabínica ampliada ainda carece de um Sidur compartilhado e não mostra abordagem uniforme nos detalhes entre agrupamentos.

§ 01Geografia

Onde aconteceu

Coordenadas de gazetteers (Pleiades para lugares antigos; Natural Earth e Wikidata para os modernos) sobre geografia física moderna (Natural Earth). Litorais e o Mar Morto mudaram desde a Antiguidade.
▮ carregando geografia

§ 04Rede

Conexões

§ 05Bibliografia

Para continuar

  • Macy Nulman, The Encyclopedia of Jewish Prayer (Northvale: Jason Aronson, 1993).

    Enciclopédia de orações e diferenças Ashkenaz / Sephard · recomendado em Nulman, p. 15

  • Ruth Langer, Jewish Liturgy: A Guide to Research (Lanham: Rowman & Littlefield, 2015), ch. 5 (Weekday Prayers).

    Orações de dias úteis: Amidá, Shemá e estrutura do Sidur · recomendado em Langer, p. 151

§ 06Aparato

Fontes desta página

  1. 01Nulman, p. 410inspecionar
  2. 02Nulman, p. 79; Nulman, p. 79inspecionar
  3. 03Nulman, p. 634inspecionar
  4. 04Langer, p. 19inspecionar
  5. 05Langer, p. 151; Langer, p. 151inspecionar
  6. 06Nulman, p. 52inspecionar
  7. 07Nulman, p. 54inspecionar
  8. 08Nulman, p. 303inspecionar
  9. 09Nulman, p. 373inspecionar
  10. 10Nulman, p. 548inspecionar
  11. 11Nulman, p. 410inspecionar
  12. 12Nulman, p. 79inspecionar
  13. 13Nulman, p. 204inspecionar
  14. 14Nulman, p. 418; Nulman, p. 20inspecionar
  15. 15Langer, p. 182; Langer, p. 182inspecionar
  16. 16Nulman, p. 377inspecionar
  17. 17Nulman, p. 437inspecionar
  18. 18Nulman, p. 379inspecionar
  19. 19Nulman, p. 238inspecionar
  20. 20Nulman, p. 547inspecionar
  21. 21Nulman, p. 116inspecionar
  22. 22Nulman, p. 288inspecionar
  23. 23Nulman, p. 552inspecionar
  24. 24Nulman, p. 509inspecionar
  25. 25Nulman, p. 24inspecionar
  26. 26Nulman, p. 214inspecionar
  27. 27Nulman, p. 117inspecionar
  28. 28Nulman, p. 804inspecionar
  29. 29Nulman, p. 714inspecionar
  30. 30Nulman, p. 26inspecionar
  31. 31Nulman, p. 18inspecionar
  32. 32Nulman, p. 554; Nulman, p. 554inspecionar
  33. 33Nulman, p. 256inspecionar
  34. 34Nulman, p. 177inspecionar
  35. 35Nulman, p. 44; Nulman, p. 44inspecionar
  36. 36Nulman, p. 801inspecionar
  37. 37Nulman, p. 100inspecionar
  38. 38Nulman, p. 489inspecionar
  39. 39Nulman, p. 779inspecionar
  40. 40Nulman, p. 230inspecionar
  41. 41Nulman, p. 798inspecionar
  42. 42Nulman, p. 146inspecionar
  43. 43Nulman, p. 447inspecionar
  44. 44Nulman, p. 772inspecionar
  45. 45Nulman, p. 63; Nulman, p. 64inspecionar
  46. 46Nulman, p. 516inspecionar
  47. 47Nulman, p. 57inspecionar
  48. 48Nulman, p. 711; Nulman, p. 712inspecionar
  49. 49Nulman, p. 66inspecionar
  50. 50Nulman, p. 107inspecionar
  51. 51Nulman, p. 28inspecionar
  52. 52Nulman, p. 25inspecionar
  53. 53Nulman, p. 23inspecionar
  54. 54Nulman, p. 162inspecionar
  55. 55Nulman, p. 142inspecionar
  56. 56Nulman, p. 684inspecionar
  57. 57Langer, p. 17inspecionar
  58. 58Reif, p. 89inspecionar
  • Evidência documentadaAtestado por evidência da própria época: textos, inscrições, moedas, papiros ou arqueologia.
  • Reconstrução acadêmicaInferência dos historiadores a partir de evidência indireta.
  • Tradição ou narrativaRelato literário, tradicional ou religioso; importante em si, mas não verificado de forma independente.
  • Interpretação contestadaEstudiosos discordam explicitamente; veja as posições em debate.
  • Reconstrução ilustrativaHipótese ou esquema visual para orientar a leitura; não é afirmação histórica.