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ZAKHORIUM

Museu digital de história judaica15 exposições · fontes verificadas

O Atlas mostra onde. As salas contam como e por quê.

Zakhorium: museu digital de história judaica

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Percorra a história judaica por exposições: acontecimentos, objetos e afirmações, sempre com as fontes à vista.

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O antigo Israel e outros ancestrais

Sala 011207 a 586 a.C.

O antigo Israel e outros ancestrais

De Canaã ao Exílio Babilônico

1207 a 586 a.C.

Uma reconstrução crítica das origens israelitas: as tradições de patriarcas e Êxodo, o surgimento local de Israel em Canaã, os reinos de Israel e Judá, as conquistas assíria e babilônica e a transformação gradual da religião de Javé.

Grande estela de pedra coberta por linhas de hieróglifos.

Objeto

Estela de Merneptá

A data de 1207 a.C. segue o quadro cronológico e a linha do tempo do livro.

1207 a.C.

1207a.C.

Israel na Estela de Merneptá

Uma inscrição egípcia de 1207 a.C. oferece a primeira referência externa conhecida a Israel, entendido como povo em Canaã.

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c. 1020 a.C. a c. 930 a.C.

1020a.C.

Surgimento da monarquia israelita

A Bíblia descreve a passagem de chefes locais para Saul, Davi e Salomão; a existência e a escala de um reino unido continuam em debate.

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Afirmação citada

Um povo chamado 'Israel' já estava em Canaã no século XIII a.C. Sabemos disso porque ele é mencionado num hino de vitória do reinado do rei egípcio Merneptá (c. 1213 a 1203 a.C.), gravado numa estela que pode ser datada com precisão. A cronologia do livro registra que, em 1207 a.C., o povo de Israel já aparecia vivendo em Canaã.

Figuras nesta sala

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13 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Tornando-se o Povo do Livro

587 a 332 a.C.

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Tornando-se o Povo do Livro

Sala 02587 a 332 a.C.

Tornando-se o Povo do Livro

Do Exílio Babilônico à Pérsia

587 a 332 a.C.

Como os judaítas, depois da conquista babilônica, se tornaram o povo do Livro: a comunidade de Elefantina, o domínio persa e a província de Yehud, a missão de Esdras, a formação do cânone e a composição da Bíblia, e o que ela ensina e pede de seus leitores.

Afirmação citada

O capítulo parte de uma pergunta: em que momento os israelitas da Bíblia, o povo do Reino de Judá, se tornaram aquilo que hoje chamamos de judeus, e o que justifica trocar o nome pelo qual os designamos.

Cilindro de argila coberto de escrita cuneiforme, numa vitrine de museu.

Objeto

O Cilindro de Ciro

O título do arquivo no Commons dá 'meados dos anos 500 a.C.'; o livro fala de um texto babilônico da mesma época de Ciro.

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30 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Judeus e gregos

331 a 63 a.C.

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Judeus e gregos

Sala 03331 a 63 a.C.

Judeus e gregos

De Alexandre aos hasmoneus

331 a 63 a.C.

Como os judeus da Judeia e da diáspora reagiram ao domínio e à cultura dos gregos: adaptação, resistência e, quase sempre, uma combinação das duas. Da Alexandria ptolomaica à revolta dos macabeus, do Estado hasmoneu aos grupos religiosos que surgem no século II a.C.

Mosaico com cavaleiros e soldados em combate; à esquerda, Alexandre a cavalo.

Objeto

Mosaico de Alexandre (batalha de Isso)

Legenda da figura 3.1 de Efron, Lehmann e Weitzman (p. 64).

Afirmação citada

O capítulo trata do período entre o século IV e o século I a.C., mas a helenização da cultura judaica continuou muito além dessas datas.

Passagem

Segue: Entre César e Deus

63 a.C. a 135 d.C.

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Entre César e Deus
Fotografia antiga em tons sépia do muro ocidental do Monte do Templo, com a pedra saliente do Arco de Robinson.

Objeto

Canto sudoeste do Monte do Templo

Fotografia de 1844 (Girault de Prangey) da saliência do Arco de Robinson nos muros herodianos da plataforma, antes das escavações modernas.

Sala 0463 a.C. a 135 d.C.

Entre César e Deus

De Pompeu a Bar Kochba

63 a.C. a 135 d.C.

Como os judeus viveram sob Roma: colaboração, resistência aberta ou ambígua, fuga. Dos herodianos às três grandes revoltas, da perda do Templo às novas formas de vida religiosa e ao nascimento do cristianismo dentro da cultura judaica.

20 a.C.Um dos espetáculos mais impressionantes da época

20a.C.

Herodes amplia o Templo

A partir de 20 a.C., Herodes demoliu o Templo e ergueu um novo sobre uma plataforma gigantesca, projeto que ao mesmo tempo dava trabalho a milhares e reforçava sua imagem de rei piedoso.

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entre 4 a.C. e 6 d.C. a 30 d.C.Um judeu da Galileia entre César e Deus

4a.C.

Jesus de Nazaré

Mestre e taumaturgo judeu executado sob Pilatos, Jesus é quase inacessível ao historiador; seu movimento nasceu como mais uma corrente judaica do século I, com raízes na expectativa escatológica do período.

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Afirmação citada

Os autores repartem o período romano em dois capítulos. Este cobre a primeira fase, da conquista de Pompeu em 63 a.C. às revoltas que terminam em 135 d.C.; o seguinte segue a cultura judaica até o século VII.

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19 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Do Templo ao Talmud

70 a 642 d.C.

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Do Templo ao Talmud

Sala 0570 a 642 d.C.

Do Templo ao Talmud

Os rabinos na Antiguidade tardia

70 a 642 d.C.

Como um pequeno círculo de sábios, quase invisível em seu tempo, transformou o judaísmo depois da perda do Templo. Da lenda de Yavne à Mishná, dos dois Talmudes aos Gueonim, numa Palestina cada vez mais cristã e numa Babilônia sob os sassânidas.

Afirmação citada

O recorte do capítulo vai da destruição do Templo, em 70 d.C., até a chegada da era islâmica.

Passagem

Segue: Sob o Crescente

622 a 1258

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Sob o Crescente

Sala 06622 a 1258

Sob o Crescente

Os judeus sob o Islã medieval

622 a 1258

Edifício octogonal revestido de azulejos azuis e brancos, com grande cúpula dourada, sob céu azul, numa esplanada de pedra.

Objeto

A Cúpula da Rocha, em Jerusalém

Legenda da figura 6.1 de Efron, Lehmann e Weitzman (p. 162), que situa a construção sob o califa omíada Abd al-Malik (685 a 705). A decoração visível hoje, de azulejos, é posterior.

Como os judeus viveram sob o Crescente: o estatuto de dhimmi e o Pacto de Umar, os Gueonim de Bagdá e a ascensão da tradição babilônica, os caraítas, a Genizá do Cairo, a 'era de ouro' da Espanha muçulmana, a filosofia de Saadia a Maimônides e a vida cotidiana de comerciantes, mulheres e comunidades.

622 a 750 d.C.Por que este período começa com Maomé

622d.C.

O Islã e a Idade Média judaica

A ascensão do Islã no século VII criou um império único do Atlântico à Ásia Central e deslocou o centro de gravidade do mundo judaico, razão pela qual o livro abre a Idade Média judaica com ele.

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750 a 1040Justiça por correspondência

750d.C.

As academias geônicas, os kallot e as responsa

As academias de Sura e Pumbedita, que também eram supremo tribunal, reuniam estudiosos nos kallot e afirmavam sua autoridade à distância por meio das responsa, até se dissolverem por volta de 1040.

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Afirmação citada

Reunir a maioria dos judeus sob o domínio islâmico basta, para os autores, para justificar a convenção de situar o início da Idade Média judaica na ascensão do Islã. O período coincide com outras grandes mudanças sociais e culturais, como o peso agora central da literatura rabínica: a Mishná e o Talmude viraram fonte de autoridade jurídica e religiosa.

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30 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Sob a Cruz

c. 1000 a c. 1500

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Sob a Cruz

Sala 07c. 1000 a c. 1500

Sob a Cruz

Judeus na Europa cristã medieval

c. 1000 a c. 1500

Como os judeus viveram sob o domínio cristão: entre a doutrina de Agostinho e as cruzadas, as expulsões e a Peste Negra, mas também entre os rabinos de Ashkenaz, o florescimento da Sefarad, a cabala e a convivência cotidiana. Uma história que não cabe numa cadeia só de perseguições.

Lápide de pedra coberta de musgo em meio a grama alta e flores, sob árvores.

Objeto

Heiliger Sand, o cemitério judaico de Worms

O livro não menciona o cemitério; a data de lápides individuais não é afirmada aqui.

1095 a 1097Primavera de 1096

1095d.C.

A Primeira Cruzada e os judeus da Renânia

Na primavera de 1096, cruzados atacaram as comunidades da Renânia: cerca de mil judeus morreram e muitos foram batizados à força, mas as comunidades se recuperaram depressa.

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1040 a 1303A cultura do Talmude em Ashkenaz

1040d.C.

Rashi e os tosafistas

De Troyes, Rashi comentou a Bíblia e o Talmude; seus herdeiros, os tosafistas, desenvolveram o estudo dialético, e em 1303 Asher ben Yehiel levou a erudição asquenazita a Toledo.

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Afirmação citada

Dividir o mundo judaico medieval entre as terras do Islã e as da cristandade tem seus problemas. As comunidades dos dois lados tinham muito em comum: seu estatuto legal derivava em parte do precedente do direito romano, e o contato cultural entre elas era frequente, de modo que se influenciavam mutuamente.

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30 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Um Renascimento judaico

1391 a c. 1700

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Um Renascimento judaico

Sala 081391 a c. 1700

Um Renascimento judaico

Migração, impressão e renovação na primeira modernidade

1391 a c. 1700

Expulsões e conversões desmancharam centros medievais, mas novos mundos judaicos floresceram no Império Otomano, no Marrocos e na Itália. A imprensa, a cabala de Safed, a ciência renascentista e o pragmatismo dos Estados conectaram comunidades e transformaram práticas sem apagar a tradição. A Inquisição portuguesa de 1536 ligou o Reino à repressão contra cristãos-novos no Brasil.

Afirmação citada

A expulsão de 1492 foi o ápice de um longo êxodo judaico da Europa ocidental.

Página aberta impressa em hebraico, com texto central cercado por comentários.

Objeto

Página do Talmude babilônico de Daniel Bomberg

Edição impressa por Daniel Bomberg em Veneza entre 1519 e 1523.

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14 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Novos mundos, Leste e Oeste

c. 1500 a c. 1750

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Novos mundos, Leste e Oeste

Sala 09c. 1500 a c. 1750

Novos mundos, Leste e Oeste

Novos centros judaicos na Europa Oriental e no Atlântico

c. 1500 a c. 1750

Entre a Polônia-Lituânia e os portos atlânticos, judeus construíram novas formas de autonomia, comércio, estudo e identidade. Impressão, migração e crise conectaram comunidades distantes, dos conselhos poloneses aos ex-conversos de Amsterdã, aos cristãos-novos do Brasil colonial e ao movimento sabatiano.

Representação do Conselho das Quatro Terras

Objeto

Representação do Conselho das Quatro Terras

Data aproximada baseada na identificação do objeto.

Afirmação citada

Novinsky argumenta que investigações recentes acrescentam a origem judaica dos bandeirantes paulistas à compreensão do conflito com as reduções jesuíticas.

Passagem

Segue: O Estado dos judeus, os judeus e o Estado

c. 1700 a 1917

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O Estado dos judeus, os judeus e o Estado
Mapa estatístico da Zona de Residência.

Objeto

Mapa da Zona de Residência

Mapa publicado na Jewish Encyclopedia em 1905.

Sala 10c. 1700 a 1917

O Estado dos judeus, os judeus e o Estado

Emancipação, cidadania e poder estatal

c. 1700 a 1917

A cidadania moderna dissolveu antigas autonomias e abriu oportunidades desiguais. França, Grã-Bretanha, Itália, Estados Unidos, Império Otomano e Rússia produziram modelos próprios, que combinaram direitos, aculturação, vigilância e coerção. A emancipação nunca foi um processo único ou linear.

1789 a 1831

1789d.C.

A emancipação francesa

A revolução concedeu cidadania individual primeiro aos sefarditas e depois aos asquenazitas.

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1791 a 1917

1791d.C.

A Zona de Residência

A Rússia concentrou milhões de judeus numa vasta fronteira ocidental.

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Afirmação citada

A modernidade envolve reconhecer o presente como diferente das épocas anteriores.

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14 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: Transformações modernas

c. 1740 a c. 1908

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Transformações modernas

Sala 11c. 1740 a c. 1908

Transformações modernas

Renascimentos religiosos, Iluminismo e novas correntes judaicas

c. 1740 a c. 1908

Retrato de Moses Mendelssohn

Objeto

Retrato de Moses Mendelssohn

Data aproximada segundo a identificação do objeto.

Partilhas imperiais, renascimento místico, estudo talmúdico, Iluminismo judaico, novas literaturas e denominações modernas fragmentaram e renovaram o mundo asquenazita. Judeus reformularam tradição e identidade por meio de oração, escolas, imprensa, pesquisa histórica, arquitetura e participação cívica.

1758 a 1811

1758d.C.

Mendelssohn e a Haskalah berlinense

Tradução, periódicos e filosofia buscaram unir judaísmo e cultura europeia.

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1740 a 1760

1740d.C.

O Besht e as origens do hasidismo

Um pequeno círculo pietista articulou uma espiritualidade da presença divina cotidiana.

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Afirmação citada

Os judeus não apenas reagiram à modernidade, mas ajudaram a moldá-la.

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6 acontecimentos adicionais neste período.

Passagem

Segue: A política de ser judeu

c. 1800 a 1924

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A política de ser judeu

Sala 12c. 1800 a 1924

A política de ser judeu

Antissemitismo, partidos judaicos e migração em massa

c. 1800 a 1924

Urbanização, antissemitismo racial e político, e novas ideologias transformaram a condição judaica. Socialismo, autonomia diaspórica, sionismo, filantropia e emigração ofereceram respostas concorrentes à violência e à exclusão.

Afirmação citada

A população judaica mundial cresceu de cerca de 2,7 milhões em 1800 para mais de 12 milhões em 1910.

Passagem

Segue: Um mundo virado do avesso

1914 a 1939

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Um mundo virado do avesso

Sala 131914 a 1939

Um mundo virado do avesso

Guerra, entreguerras e a construção do Yishuv

1914 a 1939

A guerra destruiu impérios e comunidades do leste, enquanto o entreguerras combinou antissemitismo estatal, cultura secular intensa e um Yishuv institucional sob o mandato britânico. Na União Soviética e nas terras muçulmanas, direitos novos vieram junto com russificação, nacionalismo e secularização.

Declaração Balfour

Objeto

Declaração Balfour

Data aproximada segundo a identificação do objeto.

Afirmação citada

O século XX juntou avanços sociais a níveis inéditos de violência.

Passagem

Segue: O Holocausto

1933 a 1945

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O Holocausto

Sala 141933 a 1945

O Holocausto

Perseguição, guetos, assassinato em massa e resistência

1933 a 1945

O regime nazista despojou, isolou e assassinou os judeus da Europa. Guetos, fuzilamentos e campos de extermínio destruíram as civilizações asquenazita e sefardita, enquanto fuga, documentação e luta armada mostraram que as vítimas não ficaram passivas.

Passagem

Segue: Rumo ao presente

1945 a 2017

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Rumo ao presente
Leitura da declaração de independência

Objeto

Leitura da declaração de independência

Ano do acontecimento ou da publicação, conforme a ficha do Commons.

Sala 151945 a 2017

Rumo ao presente

Israel, diásporas novas e o conflito sem acordo

1945 a 2017

Depois do Holocausto, os centros judaicos mudaram para Israel, os Estados Unidos e, por um tempo, a União Soviética. A soberania israelense, a imigração mizrahi e o conflito com os palestinos redefiniram a vida judaica, enquanto novas diásporas e formas de hostilidade ocuparam o restante do mapa.

1947 a 1949

1947d.C.

Partilha e guerra de 1948

A votação de 29 de novembro levou à independência, à invasão árabe e ao desenraizamento de centenas de milhares de palestinos.

Abrir acontecimento

1945 a 1991

1945d.C.

Reconstrução depois da Shoah

Sobreviventes reconstituíram famílias longe da Europa, e os centros demográficos judaicos mudaram de lugar.

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Afirmação citada

A maioria dos sobreviventes respondeu ao Holocausto casando, formando família e sustentando os filhos.

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17 acontecimentos adicionais neste período.

Fim do percurso das exposições

§ 16Instrumentos

Outras maneiras de entrar

As exposições contam a narrativa. Estes instrumentos aprofundam o mapa, a coleção e o método.

§ 17Historiografia

Onde os historiadores discordam, mostramos a discordância

Interpretações aparecem lado a lado, atribuídas a quem as defende; a avaliação da fonte fica separada.

Debate acadêmico

Por que Antíoco IV perseguiu a prática religiosa judaica?

5 posições · sem resposta única · sentar à mesa →

  1. A

    Instabilidade mental

    Alguns estudiosos

    Antíoco teria sofrido de doença mental. Apoiam a tese sua fama de comportamento bizarro e a piada da época que trocava seu título Epifânio por Epímanes, 'o louco'.

  2. B

    Pretensão divina

    Hipótese mencionada pelos autores

    Como sugere o título Epifânio ('deus manifesto'), ele talvez se considerasse divino e se ressentisse de os judeus não o adorarem, como faria mais tarde o imperador Calígula.

  3. C

    Preconceito antijudaico

    Apião, escritor grego do século I d.C.

    Segundo Apião, Antíoco teria agido indignado com a suposta barbárie judaica (sequestro e sacrifício de jovens gregos). Os autores julgam que o relato revela mais o preconceito de Apião do que os motivos do rei, e notam que antecipa o libelo de sangue medieval.

  4. D

    Motivos pragmáticos

    Outros estudiosos

    O rei teria agido por razões financeiras, políticas ou militares: reafirmar-se depois da humilhante retirada do Egito sob pressão romana, ou obter os recursos do Templo.

  5. E

    Conflito interno judaico

    Elias Bickerman

    Antíoco teria sido arrastado para um conflito entre reformadores cosmopolitas (os sacerdotes Jasão e Menelau) e uma facção religiosamente conservadora. A ideia de proibir a circuncisão e o sábado viria dos reformadores, e a revolta seria antes uma guerra civil.

Avaliação da fontePara Efron, Lehmann e Weitzman, várias dessas teorias têm algum apoio, mas nenhuma é totalmente persuasiva, porque dependem de fontes suspeitas e de muita especulação.

§ 18Método

Como ler as exposições

Toda afirmação traz um marcador numerado. O símbolo indica o tipo de evidência; o popover mostra a página impressa e a seção da obra. O Atlas permanece o instrumento espacial: use-o a partir de cada sala.

Método e estado do projeto →
  • Evidência documentadaAtestado por evidência da própria época: textos, inscrições, moedas, papiros ou arqueologia.
  • Reconstrução acadêmicaInferência dos historiadores a partir de evidência indireta.
  • Tradição ou narrativaRelato literário, tradicional ou religioso; importante em si, mas não verificado de forma independente.
  • Interpretação contestadaEstudiosos discordam explicitamente; veja as posições em debate.
  • Reconstrução ilustrativaHipótese ou esquema visual para orientar a leitura; não é afirmação histórica.